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Visita Técnica ao Complexo Hidrelétrico de Lajes - IEEE PES UERJ

Criada em 08/05/2019 11:16 por maperna | Marcadores: DETEL ELE evento fen fotos geral

Visitantes dentro do centro operacional local do complexo. O trabalho realizado pelos operadores está ligado ao centro de controle remoto da Light, anteriormente visitado pelos alunos da UERJ.

Visitantes dentro do centro operacional local do complexo. O trabalho realizado pelos operadores está ligado ao centro de controle remoto da Light, anteriormente visitado pelos alunos da UERJ.

Visita Técnica ao Complexo Hidrelétrico de Lajes - IEEE PES UERJ (realizada em 25.04.2019)



Iniciando as celebrações do segundo PES Day, evento promovido pelo IEEE, a maior organização técnica-profissional do mundo, onde alunos de diversas universidades promovem o ensino e a propagação da engenharia elétrica de potência; membros do ramo estudantil IEEE da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, organizaram uma visita técnica a um dos maiores complexos de usinas hidrelétricas do Estado. Localizado nas proximidades da cidade de Piraí, município do Sul Fluminense, o complexo de Lajes é composto por três usinas: Fontes Nova, Nilo Peçanha e Pereira Passos. Os alunos, acompanhados pelo professor Harold De Dias Mello Júnior, puderam entender a importância deste empreendimento, o maior sistema gerador do grupo Light, empresa que tem uma área de concessão de aproximadamente 26% do estado (11.307 mil km²) e abastece uma população de 11 milhões de habitantes.


Construída ao longo dos anos e a partir de várias intervenções, as três usinas atualmente tem uma capacidade instalada de 612 MW, e é composta por instalações de represamento com grandes e pequenas centrais hidrelétricas. Simultaneamente, o complexo contém duas estações de bombeamento (Santa Cecília e Vigário), além de um conjunto de reservatórios, barragens, diques e estruturas hidráulicas associadas.


Alunos dentro das instalações de Fontes Nova com três máquinas com capacidade instalada de 132 MW.



Iniciando com a exibição de vídeos constitucionais e em seguida visitando a subestação da usina, identificando os elementos que a compõem, a primeira parte da visita terminou no centro operacional do complexo. Estabelecer uma ligação entre o trabalho realizado neste local e o trabalho realizado no Centro de Controle Remoto de Energia para Operação e Geração da Light, no centro da cidade do Rio de Janeiro, só foi possível devido a visitas técnicas previamente realizadas pelo ramo estudantil IEEE PES UERJ.

Visitantes dentro do centro operacional local do complexo. O trabalho realizado pelos operadores está ligado ao centro de
Visitantes dentro do centro operacional local do complexo. O trabalho realizado pelos operadores está ligado ao centro de controle remoto da Light, anteriormente visitado pelos alunos da UERJ.
controle remoto da Light, anteriormente visitado pelos alunos da UERJ.


Os alunos também puderam se conscientizar sobre a história da construção e operação do complexo. A usina de Fontes, agora chamada Fontes Velha, foi a primeira a ser desenvolvida no local, construída para garantir que a capital do Brasil, na época Rio de Janeiro, tivesse fornecimento de energia, e assim, condições suficientes de desenvolvimento, esta era uma das maiores usinas hidrelétricas do país quando iniciou sua operação em 1908, com seis unidades geradoras de 4 MW cada. Sendo pioneira em muitos sentidos, a usina foi desativada em 1989 e agora substituída por novas usinas. Ficou evidente que a história desta usina também se mistura com a história do avanço das tecnologias hidráulicas e de geração de energia, e também foi evidenciado o dilema em se desenvolver um empreendimento como este, com poucos recursos, pouca mão-de-obra qualificada e condições extremas, dado o fato de que este lugar está situado no meio da vida selvagem. Ao final de sua operação, esta antiga usina sofreu uma das maiores catástrofes naturais, envolvendo uma inundação enorme na área e consequentes deslizamentos de terra, causando centenas de mortes e alagando toda a usina, que só pode ser preservada sem maiores danos por conta da coragem e experiência dos trabalhadores que estavam no local.	
Hoje em dia, a antiga usina foi parcialmente transformada em uma pequena central hidrelétrica (PCH), e o restante transformado em museu, contando a história do local, os contratempos da construção e os desafios da operação. Além de aprender a história, os alunos percorreram a sala da turbina desativada, e foram capazes de ter uma melhor percepção de como esta funciona e da grandiosidade de um sistema como esse.

Alunos dentro da sala de uma turbina do tipo Pelton, na usina de Fontes Velha, agora desativada.

Finalmente, os alunos entenderam como o nosso sistema elétrico está intrinsecamente relacionado com o sistema de abastecimento de água. Por meio das usinas e dos reservatórios da Light, passam 96% de toda a água consumida na cidade do Rio de Janeiro e na região metropolitana. Ao final, o passeio incluiu também uma visita ao reservatório que alimenta as máquinas, que opera no nível d’água máximo normal de 415 m, cota a qual, conta um volume útil de 445 milhões de metros cúbicos para para regularização das vazões.




Última parada da visita, no topo do reservatório das Lajes.

Felipe Piancó
IEEE PES UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro

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