É com prazer e alegria que o Laboratório Audiovisual Cinema Paraíso convida para 23ª Mostra Permanente de Cinema
Em Cena
Direitos, Culturas, Formação & Subjetividade no Cinema
A proposta desta mostra, reúne, além do público expontâneo, estudantes de uma turma de estágio docente e de uma turma de sociologia. De 14 de abril a 19 de maio, sempre às quintas, de 14:30 às 18:00, no Laboratório Audiovisual Cinema Paraíso, os filmesDogville, Baraka, Os sonhadores, Encontrando Forrester e Machuca serão assistidos e debatidos a partir de textos propostos pelos professores Cláudio Barria e Monique Franco ( FFP/UERJ)
O primeiro filme da Mostra, Dogville, de Lars Von Trier ( França/ 2003), será nesta quinta, 14 de abril.
Participe! Divulgue! Assista!Acesse os textos em
http://cinemaparaisouerj.blogspot.comAcesse o banner de divulgação
23 Mostra Permanente de Cinema: Dogville23 Mostra Permanente de Cinema Em CenaVeja o trailer oficilal do filme Dogville
http://www.adorocinema.com/filmes/dogville/trailers-e-imagens/#video-3771
LABORATÓRIO AUDIOVISUAL CINEMA PARAÍSO
NIRA
Núcleo Interdisciplinar Resistência & Arte
Coordenação Geral: Monique Franco (FFP/UERJ)
Coordenação Audiovisual: Daniela Araújo (TCT/FAPERJ)
Coordenação Web rádio Paraíso: Helen Ferreira (FFP/UERJ)
Coordenação associada: Rita Leal (FFP/UERJ)
Bolsista Proatec/UERJ – Felipe Mariano
Pibic/CNPq – Paulo Estácio Jr.
Pibic/Uerj – Rita Andrade
Iniciação à Docência/Cetreina/UERJ – Maria Priscila Rodrigues e Silvia Rocha
Estágio Interno Complementar/Cetreina/UERJ: Caio Rosa
Voluntários
Viviane Araújo
Aline Magalhães
César Soares
Beatriz Pessoa
Designer gráfico: Rita Andrade
APOIO
FAPERJ
Cinema Paraíso é uma Rede do Ning
Acesse e participe
Quem somos? Pra onde vamos?
O Laboratório Audiovisual Cinema Paraíso está em funcionamento desde agosto de 2007 e tem como missão ser um espaço de experimentação, criação e resistência, articulando formação, arte, cultura e pensamento. A proposta, inicialmente restrita ao cineclubismo, atende, agora, a seis linhas de atuação inter-relacionadas, construídas a partir da demanda do próprio coletivo envolvido: a inclusão do cinema como uma expressão cultural; o incentivo à produção visual, incluindo sites, vídeos, materiais didáticos, jogos, entre outros, como instrumento de criação e socialização de conhecimentos na formação do professor; a leitura da imagem e a abordagem crítica do conceito de tecnologia e dos meios audiovisuais, com a discussão e análise de conteúdos e de seus diferentes códigos comunicacionais; o exercício de identificar e produzir registros de novas arquiteturas sonoras e uma oficina de atores e técnicos de audiovisual, que paulatinamente esboça a criação de uma Companhia. As atividades do Laboratório se subdividem, atualmente, em sete espaços: Segunda de primeira – na última segunda-feira de cada mês, um filme brasileiro é exibido seguido de debate com a presença do diretor e outros componentes da produção. Os espaços denominados Em Cena e Cine Etecera oferecem clássicos do cinema nacional e internacional, além de filmes denominados trash ou filmes B e funcionam nas três últimas quintas-feiras do mês, por meio de mostras permanentes.Sente e Curta - mostra permanente de curtas, na última quarta-feira do mês, nos três turnos, no Espaço de Convivência da Unidade e o espaço denominado Claquete que oferece oficinas de produção visual (material didático, curta-metragem, animação, roteiro etc). O sexto espaço é a recém criada Webrádio Paraíso, com oficinas de montagem e manutenção de novas arquiteturas sonoras e grade de programação regular com diversos programas produzidos pelos estudantes. A sinergia destes movimentos tem como efeito a realização do drive in itinerante, Mirarte, articulado a uma intervenção sonora.
Acesse:
NIRA
Núcleo de Investigação RESISTÊNCIA & ARTE
O NIRA é um coletivo de professores-pesquisadores, estudantes, artistas e ativistas culturais que tem como agenda o estudo e o exercício de dinâmicas formativas e estéticas livres e inovadoras, visando a potencialização de uma poiésis que afirma todas as linguagens como integrantes e constituintes de manifestações discursivas, produtoras de subjetividades. No diálogo com as noções de multidão e comum buscamos fazer emergir e potencializar novos modelos não deterministas de resistência, assim como, a agregação à malha produtiva e social de pessoas e movimentos autônomos, instituintes e insurgentes, atuando numa outra esfera de visibilidade e padrões de audiência. Entendendo que a subjetividade só é possível na ação e relação do indívíduo com seu pensamento e corporeidade, o Núcleo, atualmente, se apresenta num deslocamento entre dois laboratórios – O Laboratório de Investigação Social (LIS), que incorpora pesquisas e ações no campo dos Direitos Humanos, Movimentos Sociais, Políticas Afirmativas e Culturais, atravessadas pelas noções de biopolítica e biopoder, mundialização e territorialidades, moral e performance, identidade e diferença, e o Laboratório Audiovisual Cinema Paraíso, no qual, a partir do conceito de Gestell , incorpora-se a noção da técnica como realização do processo de subjetivação singular de cada indivíduo, concebida como mediação entre o gênero humano e o mundo. O exercício desta concepção se dá por meio de pesquisas e intervenções no campo da convergência de mídias e das tecnologias de comunicação e informação, de oficinas de cinema, animação, rádio, poesia, roteiro etc, na Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, em São Gonçalo, leste fluminense. O fascínio pelo conhecimento, pela imagem, pelo claro e o escuro, por sons e silêncios, palavras e gestos, e a certeza do ainda possível caráter revolucionário da arte e da cultura marcam a trajetória do Núcleo, cuja duração é afetada pelas noções de presencismo, de imaterialidade e de risco, próprios da sociedade contemporânea.
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