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Projeto Raetec é Matéria no Jornal do Commercio - Incubadora Phoenix em Destaque

Criada em 23/03/2007 11:48 por phoenix | Marcadores: phoenix

Reproduzimos matéria sobre o PROJETO RAETeC (FINEP) publicada no Jornal do Commercio na data de 23/03/07 e assinada pela Jornalista Simone Garrafiel.

Consórcio prevê integração de empresas incubadas

Projeto liderado pelo Instituto Gênesis prevê a criação de cinco Arranjos Produtivos Locais

SIMONE GARRAFIEL
Data, 23/03/2007
DO JORNAL DO COMMERCIO

A criação de cinco Arranjos Produtivos Locais (APL) é o que prevê o projeto Rede de Apoio a Empresas Tecnológicas e Clusters (RAETeC), alavancado pelo Instituto Gênesis, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Para tanto, foi feito um consórcio com incubadoras de cinco universidades, sendo elas a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Universidade Veiga de Almeida (Uva), Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e PUC-Rio, instituição-âncora. De acordo com o diretor do Instituto Gênesis, José Alberto Aranha, a idéia é ter um conjunto de empresas caminhando na mesma direção, em que cada uma delas estará ligada a uma área específica, denominada cluster.

"Hoje, as empresas estão sendo incubadas aleatoriamente e, com o RAETeC, prioritariamente haverá um foco. Queremos empresas que formem um sistema integrado, olhando para o mercado, induzindo conhecimento e empreendimentos. Uma incubadora sozinha não resolve nada. Temos que criar um grupo que gere negócios necessários e viáveis", destaca Aranha.

O professor explica que foi desenvolvida uma plataforma, onde cada universidade ficou responsável por um cluster. Assim, diz ele, a Uerj cuidará da área de energias alternativas e renováveis, em São Cristóvão; a UFF ficará responsável pelas áreas offshore, indústria naval e pesca, em Niterói e São Gonçalo; a PUC-Rio estará à frente do setor de tecnologia do entretenimento, cobrindo os bairros do Jardim Botânico ao Recreio; a Ufes cuidará da transformação de resíduos em matéria-prima, em Vitória; e a UVA de projetos de qualidade de vida, na Tijuca. "Para reforçar essas áreas com as novas empresas, vamos buscar nas universidades o que elas podem gerar em empreendimentos e conhecimentos ", afirma ele.

EDITAIS. Algumas das instituições acadêmicas envolvidas no projeto já abriram editais para captação das empresas. Aranha orienta que as pessoas que tiverem projetos inseridos nesses clusters podem procurar as universidades para obterem informações e entrarem no processo de análise de viabilidade. No caso das empresas que já são incubadas, essas devem buscar os gerentes das incubadoras, para saber mais do projeto, das oportunidades e como poderão ser beneficiadas.

"Não há limitação de vagas. Quanto mais empresas captarmos, melhor, pois significarão mais postos de trabalho. A expectativa inicial é de que sejam gerados 300 postos de trabalho e que o total de faturamento das novas empresas chegue a R$ 100 milhões, em dois anos", ressalta Aranha.

A incubadora privada TecVitória, que abriga a Rede Capixaba de Inovação, é uma das participantes do projeto. Vinícius Chagas, presidente da Rede, explica que, para viabilizar o consórcio, convidou a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e a Faesa como parceiras no estado. Sob responsabilidade da área de transformação de resíduos em matéria-prima, a idéia é formar uma rede de empreendedorismo sustentável.

LOGÍSTICA. Inicialmente, há 12 boxes disponíveis para novas empresas."Há uma cadeia de logística muito forte no Espírito Santo e muito trabalho referente à metalurgia geradora de resíduos que, bem trabalhados, podem ser transformado em matéria-prima", observa.

Na opinião de Carlos Alberto Pereira Correia, coordenador institucional do projeto na Uerj e presidente do conselho consultivo da incubadora Phoenix, o consórcio é um momento único no processo das incubadoras, pois, até então, elas trabalhavam de forma isolada. "Com o projeto, que envolve essa rede de incubadoras, vai haver uma troca de informações muito grande, principalmente quando a especificidade de cada empresa incubada aflorar", diz ele.

Mariza Costa Almeida, gerente da Phoenix e gerente de projeto do consórcio, acrescenta que uma característica da rede de incubadoras é que haverá duas dimensões no trabalho a ser desenvolvido: a criação de empresas a partir do conhecimento específico da universidade e trabalhar no cluster onde o projeto está inserido. "Vamos realizar um trabalho com as empresas que podem ser geradas e, com as internas, aumentar o nível tecnológico delas, por meio da interação com a universidade", ressalta.

Uma das empresas que poderá ser beneficiada pelo projeto é a Gávea Sensor, desenvolvedora de sensores à fibra ótica, que tem sua sede em São Cristóvão. De acordo com Eduardo Costa, sócio-diretor da empresa, a proximidade com a Phoenix poderá gerar boas parcerias. "Estamos na área de abrangência deles e a expectativa é boa. Mas o projeto ainda está embrionário e não temos como prever o que irá acontecer. O consórcio será importante para empresas, para dar continuidade ao processo que ocorreu durante a incubação", opina Costa.

Incubadora de Empresas PHOENIX

Fonte: dirfen

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