Entrevista: Prof. Elmo Rodrigues (Nov/2008)


Foto: divulgação


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Graduado em Engenharia Civil pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Mestre em Engenharia Ambiental pela Ecole Polytechinique Fédérale de Lausanne (Suiça) e Doutor em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz. É Professor Adjunto da UERJ, atuando como Coordenador da Linha de Pesquisa em Conservação Ambiental do Doutorado em Meio Ambiente e do Mestrado Profissional em Engenharia Ambiental. Coordena o Projeto de Gerenciamento Integrado de Resíduos da UERJ. Tem experiência na área de Engenharia Ambiental (ênfase em Planejamento Integrado dos Recursos Hídricos e Gerenciamento Integrado de Resíduos).

Gerenciamento integrado de resíduos pode trazer ganhos ambientais, econômicos e sociais às organizações

A implementação de uma política de gerenciamento de resíduos é muito importante em toda organização, seja ela pública ou privada, pois o tratamento inadequado dos mesmos, devido aos diferentes riscos, pode provocar prejuízos tanto para a saúde das pessoas, como também para o meio ambiente. Em entrevista à Faculdade de Engenharia, Elmo Rodrigues da Silva, professor do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, coordenador adjunto das pós-graduações em engenharia ambiental e do doutorado em meio ambiente, Coordenador do Projeto de Pesquisa em Gerenciamento Integrado de Resíduos da UERJ pelo PRODEC (Programa de Estudos e Desenvolvimento do Consumidor), destaca a relevância do tema e fala sobre a problemática de resíduos, em particular, na UERJ.

O que significa gerenciamento integrado de resíduos?

Elmo - Significa que, numa instituição, fábrica, empresa ou até cidade, um único setor passa a administrar os diferentes tipos de resíduos que são gerados. No caso das Universidades, por exemplo, o gestor passa a gerenciar todos os tipos de resíduos, desde os considerados comuns ou domésticos gerados nas salas de aula, nos setores administrativos, nas cantinas, nos serviços de manutenção etc, bem como os resíduos perigosos provenientes dos serviços de saúde, dos serviços gráficos e dos laboratórios de ensino e pesquisa, dentre outros.

Em que casos é indicada a aplicação do gerenciamento integrado de resíduos?

Elmo - Em todos os casos. Em qualquer instituição, o gerenciamento de resíduos deve ser reunido em um setor especializado que os trate de forma integrada, lembrando que cada categoria ou classe de resíduo possui um manejo e tratamento diferenciado, como, por exemplo, os resíduos químicos, os resíduos biológicos, os rejeitos radioativos, as lâmpadas fluorescentes, as pilhas e baterias, o lixo comum, o material reciclável, os bens inservíveis, dentre outros tipos de resíduos.

Quem gerencia tais resíduos dessa forma?

Elmo - Normalmente, o que se vê nas organizações, sejam elas públicas ou privadas, é a falta de uma política institucional que trate de forma integrada os diferentes tipos de resíduos. Assim, os resíduos considerados perigosos, como substâncias químicas ou materiais com risco biológico ou radioativo, lâmpadas fluorescentes, restos da construção civil e os próprios resíduos comuns de escritório e cantinas, na maior parte das vezes são mal gerenciados e não se faz a segregação na fonte geradora. Os rejeitos químicos são muitas vezes lançados nas pias e ralos; muito material com potencial para reciclagem é jogado fora como plásticos, vidros, metais, papel etc.

Como administrar os diferentes tipos de resíduos?

Elmo - Cada tipo de resíduo possui uma forma de tratamento e manejo diferenciado, dependendo de suas características e riscos para o meio ambiente e segurança no trabalho. Contudo, ele pode ser administrado de forma integrada em todas as etapas do seu gerenciamento, desde: a geração, a segregação, o acondicionamento, o tratamento preliminar e o transporte a serem realizados internamente na instituição por pessoas capacitadas e bem treinadas; o armazenamento em locais adequados no estabelecimento; o transporte e o destino final adequado que deve ser realizado por empresas licenciadas pelo órgão ambiental do Estado.

A UERJ possui algum tipo de gerenciamento integrado de resíduos e/ou política ambiental?

Elmo - Ainda não. Recentemente, foi feita uma proposta à administração da UERJ para se criar uma comissão permanente com a finalidade de discutir e formular uma política ambiental para a instituição. Sabemos que essa não é uma tarefa fácil, visto que envolve todas as unidades da UERJ e são muitos os problemas de infraestrutura acumulados ao longo dos anos e que precisarão de investimentos para serem resolvidos. Entendendo a dimensão do risco para o meio ambiente que envolve os resíduos, além da segurança nos ambientes de trabalho, sobretudo nos laboratórios, estamos já há algum tempo discutindo a proposta de um modelo integrado de resíduos para a instituição, através de um estudo piloto no Pavilhão Haroldo Lisboa da Cunha. São muitas dificuldades a serem enfrentadas e entendemos que a UERJ deva ter uma equipe treinada e especializada para formular um plano institucional para o gerenciamento de todos os tipos de resíduos, sejam eles comuns, ou perigosos.

O senhor conhece exemplos de outras universidades brasileiras?

Elmo - Estamos fazendo uma pesquisa nacional para conhecer o que as universidades estaduais e federais têm realizado nesta área. Já identificamos, de maneira geral, que elas não possuem um gerenciamento de forma integrada e, em muitas delas, as iniciativas existentes são isoladas e partem dos próprios pesquisadores. Contudo, algumas universidades já estão bem avançadas, como a Unicamp, a USP, a USP de São Carlos e algumas de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, que já possuem uma política institucional para o gerenciamento de resíduos, sobretudo para os considerados perigosos, como os químicos, biológicos e radioativos.

Existe algum ponto crítico na UERJ em relação a Resíduos?

Elmo - No campus Maracanã, eu diria que o Pavilhão Haroldo Lisboa da Cunha (PHLC, conhecido como Haroldinho) é uma área de maior risco pela sua concentração de laboratórios. A situação não deve ser muito diferente em outras unidades da Universidade. De qualquer forma, somos um grande gerador de resíduos, sobretudo daqueles considerados comuns, muitos deles passíveis de reciclagem. Existem algumas iniciativas isoladas para o gerenciamento, mas, volto a dizer, falta uma política institucional e um setor especializado para tratar de forma integrada o assunto, o qual envolve domínio da legislação ambiental; conhecimento da situação atual e da dimensão do problema; formulação de soluções através do diagnóstico e plano de ações; levantamento de custos operacionais; capacitação e treinamento de pessoal; contratação de empresas credenciadas para recolhimento de resíduos químicos de laboratórios; realização de campanhas educativas sobre biossegurança e resíduos, dentre outras medidas.

O que é o CoGere?

Elmo - A sigla do grupo de pesquisa CoGere, significa Consumo Sustentável e Gerenciamento de Resíduos. Trata-se de um projeto realizado por um grupo de professores, funcionários e alunos de graduação e pós-graduação que, preocupados com o problema, e, a partir da entrada em vigor da Resolução RDC 306/04 da ANVISA, a qual trata dos resíduos de serviços de saúde e de laboratórios de ensino e pesquisa, iniciou, em 2005, na época sediado na Prefeitura dos Campi, um trabalho com o objetivo de conhecer o problema de resíduos dos laboratórios do Campus UERJ/Maracanã e propor alternativas.

Que ações foram realizadas aqui na UERJ?

Elmo - Dentre algumas delas poderíamos citar: a realização de levantamentos e estudos para se conhecer a situação dos resíduos do PHLC no período 2005/2006, cujos resultados foram apresentados em eventos, como o Simpósio Internacional de Gerenciamento de Resíduos em Universidades e geradas três dissertações de mestrado em Engenharia Ambiental da FEN/UERJ sob a temática ambiental e de resíduos dos laboratórios; alguns alunos bolsistas da FEN confeccionaram em autocad as plantas arquitetônicas de todo o PHLC, pois as mesmas não estavam atualizadas e digitalizadas, na época do início da pesquisa; organizamos um curso de capacitação e treinamento sobre resíduos de laboratórios com apoio da SRH e do DESSAUDE; realizamos uma semana de ações e debates sobre o problema de resíduos do PHLC; foi contratada uma empresa para a coleta regular de resíduos biológicos e foi feita apenas uma retirada de alguns passivos de resíduos químicos de alguns laboratórios do PHLC e do Laboratório de Engenharia Sanitária da FEN.

Haverá continuidade dessas ações pioneiras?

Elmo - Entendemos que esta experiência piloto, embora limitada, demonstra a importância e a necessidade de se efetivar institucionalmente tal iniciativa, a qual depende, sobretudo, da vontade e ação de todos, desde o funcionário responsável pela coleta até a alta administração da instituição. Estamos dando continuidade ao trabalho, agora sediados no PRODEC, programa de extensão da UERJ, e contamos com recursos da FAPERJ para a construção da sede do projeto e dos abrigos externos de resíduos químicos e biológicos. Em dezembro de 2008, nos dias 8 e 9, será realizado o I Encontro de Gerenciamento de Resíduos de Laboratórios do PHLC, onde ocorrerão palestras com convidados externos e debates sobre o tema.


Abrigo Provisório Res. Biológicos do Pavilhão Haroldo Lisboa da Cunha

Abrigo de Resíduos Biológicos no Pav. Paulo de Carvalho

O que é Sisplamte e qual a sua relação com o CoGere?

Elmo - O Sisplamte é um software que foi desenvolvido pelo professor Luiz Henrique de Aguiar, da FEN (Engenharia Cartográfica), para dar suporte ao planejamento e à gestão da informação. Estamos tentando adaptá-lo para utilizar no gerenciamento de resíduos. A base do programa é espacial, realizada sobre plantas arquitetônicas em AutoCAD, assim a sua utilização permite a visualização, por exemplo, dos laboratórios, identificando que tipo de resíduo cada um gera, como está o seu manejo e, dependendo do tipo do produto químico ou biológico, o risco que cada sala oferece.

Qual a perspectiva do CoGere para os próximos anos?

Elmo - Espera-se avançar nesse modelo de gestão de resíduos, disseminando a prática do gerenciamento integrado e consciente de resíduos dentro da instituição. O grupo trabalha para incentivar a construção de uma política institucional de gestão ambiental para a UERJ, a qual depende da vontade e empenho de seus gestores. O que nós estamos fazendo, ainda com muita limitação, vem sendo realizado com o empenho voluntário de algumas pessoas preocupadas com a questão. A parte operacional, a qual envolve os resíduos considerados comuns e os perigosos, depende de uma formalização institucional pela administração da UERJ e da criação de equipe capacitada para se dedicar integralmente a esta atividade. É preciso esclarecer que o nosso papel, enquanto grupo de pesquisa acadêmica, é estudar e divulgar os trabalhos que estão sendo realizados neste campo.

 

Por que a coleta seletiva ainda não se tornou um hábito da sociedade?

Elmo - Essa é uma questão que precisa ser incorporada pelos indivíduos e, para isso, é preciso investimentos na educação e na cultura. Deve-se, principalmente, estimular o consumo consciente das pessoas, evitando-se o desperdício de recursos naturais e o excesso de consumo de materiais descartáveis. É necessária uma política permanente de governo e da iniciativa privada incentivando e divulgando os ganhos sociais, ambientais e econômicos que se pode ter com bons programas de coleta seletiva e reciclagem de resíduos. Existe uma falta de infraestrutura e de organização por parte dos governos, sobretudo dos municípios, para manter programas eficientes e abrangentes nos bairros para a coleta seletiva de materiais para reciclagem.


A coleta seletiva de papel

Quais as dificuldades para sua implantação?

Elmo - A coleta seletiva e a reciclagem não devem ser vistas como a cura para todos os males causados pelos resíduos, visto que elas normalmente envolvem custos de logística para coleta e transporte, além de depender de mercado que absorva e recicle diferentes tipos de materiais. As dificuldades são inúmeras, dentre elas poderíamos citar: a falta do serviço de coleta seletiva abrangente e de campanhas em todos os bairros por parte das municipalidades; a ausência de incentivos fiscais para os materiais recicláveis; a oferta é ainda pequena de produtos reciclados com qualidade e bom design e, principalmente, a falta de participação e engajamento da população na cadeia da reciclagem, separando, acondicionando e dispondo adequadamente seus resíduos recicláveis nos locais onde houver o serviço prestado pela municipalidade ou, doando-os às cooperativas de catadores de resíduos.

O que se tem feito para superar os obstáculos?

Elmo - Informalmente, já se percebe nas capitais, um movimento grande de catadores que sobrevivem do lixo, coletando materiais nas ruas, nos condomínios, nos aterros. Mais recentemente, observa-se uma organização destes em forma de cooperativas, que pode ser também uma alternativa de redução dos custos dos serviços públicos de coleta e transporte do material reciclável, através de parcerias e gerar uma fonte de renda para centenas de pessoas que estão fora do mercado formal de trabalho.

O senhor pode citar algum exemplo de cooperativas?

Elmo - No Rio de Janeiro e Região Metropolitana já são inúmeras as cooperativas de catadores que vem realizando a coleta de materiais recicláveis. Um projeto de pesquisa sobre tais cooperativas vem sendo realizado através de parceria entre a Secretaria de Estado do Ambiente, representada pela Sra. Pólita Gonçalves e a UERJ, representada pelo prof. Ubirajara Mattos, coordenador do Mestrado em Engenharia Ambiental da FEN/UERJ. Vários representantes de cooperativas dos catadores têm se reunido mensalmente na UERJ para debater o tema e definir estratégias de ações. Uma das iniciativas é realizar cursos de treinamento para cooperativados na área de segurança no trabalho, saúde e meio ambiente. Cabe ressaltar que, em 2007, foi aprovado o DECRETO 40.645/07 que instituiu a separação dos resíduos recicláveis descartados pelos órgãos e entidades da administração pública estadual, direta e indireta, na fonte geradora, e a sua destinação às cooperativas de catadores de materiais recicláveis, credenciadas pela Secretaria de Estado do Ambiente (SEA).

Quais ganhos financeiros o país teria aplicando o gerenciamento integrado de resíduos?

Elmo - É difícil generalizar, mas qualquer política que proponha corretamente o tratamento de resíduos é importantíssima para o nosso país, seja em termos financeiros, seja em termos de melhoria da qualidade de vida. A maior parte dos municípios brasileiros não possui aterro sanitário de lixo e a maioria deles os lança a céu aberto, contaminando o solo, os rios, os lençóis freáticos, comprometendo o meio ambiente e a saúde pública. Esse é mais um dentre os problemas sanitários a serem enfrentados pelas administrações municipais, as quais dependem de recursos financeiros e, sobretudo, de vontade política e determinação para enfrentá-los.

Quais os obstáculos à aplicação do gerenciamento integrado de resíduos nas cidades, indústrias etc?

Elmo - Como ressaltei, é preciso vontade política, empenho e investimento por parte dos dirigentes das organizações. Nas empresas, a alta administração precisa estar comprometida em tratar adequadamente os seus resíduos. Essa é uma questão antes de tudo, legal, ou seja, todos são obrigados a cumpri-la. Muitos empresários ainda vêem os resíduos como um problema que onera os custos operacionais e, normalmente, envolvem pessoal especializado e tecnologias relativamente caras. Por outro lado, temos problemas por parte dos órgãos oficiais ambientais que, muitas vezes não conseguem dar conta de fiscalizar e controlar todas as atividades poluidoras, atuando mais quando os acidentes ocorrem, quando não há muito mais a fazer a não ser punir e tentar reparar os danos, os quais podem ser irreversíveis. O mais indicado e seguro é atuar preventivamente aos problemas, principalmente quando se trata de produtos perigosos e poluentes.

Em que países o gerenciamento integrado de resíduos é um procedimento já instituído?

Elmo - No Canadá, nos Estados Unidos, no Japão e em muitos países da Europa, como por exemplo, a Alemanha, existe uma experiência bastante avançada com relação ao gerenciamento de resíduos sejam eles domésticos, industriais e perigosos.

As normas utilizadas no Brasil estão em conformidade com as normas internacionais?

Elmo - De maneira geral, eu diria que sim. Normalmente, as normas brasileiras são inspiradas em outras similares internacionais, e adaptadas à nossa realidade. Já é do domínio do senso comum, a constatação que o problema ambiental, bem como em outros setores, não é tanto com relação às normas ou legislação, mas principalmente ao seu descumprimento. No caso dos resíduos, a maior dificuldade tem sido com relação à falta de controle e fiscalização legal por parte dos órgãos oficiais ambientais. Tais resíduos sejam eles sólidos, líquidos ou gasosos, quando não são bem geridos, podem se tornar um problema muito sério a posteriori.

Qual a participação do Congresso Nacional visando a estimular procedimentos ambientalmente corretos?

Elmo - Há um Projeto de Lei que tramita no poder legislativo federal, há mais de uma década, para aprovar a Política Nacional de Resíduos a ser implantada no país. Contudo, independente da aprovação dessa lei, toda instituição, pública ou privada, incluindo os municípios, devem tratar corretamente seus resíduos, considerando a legislação pertinente e os ganhos econômicos, ambientais e sociais que tal prática proporciona. Cabe ressaltar que pela Lei de Crimes Ambientais, todo e qualquer cidadão, instituição ou empresas que poluam o meio ambiente podem ser incriminados penalmente, caso haja algum acidente que traga danos ao meio ambiente, ao patrimônio ou à saúde pública pessoas.

Cite um exemplo de irresponsabilidade ambiental?

Elmo - São tantos e você me pede apenas um. Bem, apenas para exemplificar, o caso do aterro controlado de Gramacho, localizado no município de Duque de Caxias e próximo à Baía de Guanabara, está prestes a esgotar a sua capacidade de recebimento de lixo e, até o presente não se tem uma definição para onde serão encaminhadas as mais de 8000 toneladas de resíduos diárias geradas no município. Além do aterro, são lançadas toneladas de resíduos e esgotos nos diversos rios e canais que desembocam na Baía de Guanabara. Assim, a falta de medidas preventivas que deveriam ser realizadas nas gestões passadas, o descumprimento da legislação vigente, o adiamento de soluções, o desperdício ou má aplicação de recursos públicos, dentre tantos outros, levaram ao quadro de degradação atual desse importante ecossistema. Oxalá possamos conscientizar a todos que a recuperação ambiental é, na maioria das vezes e quando possível, mais onerosa para a sociedade do que a sua preservação.


Antes: Antigo depósito de resíduos em frente a UERJ. Desativado

Como ficou: Sala recém reformada para sediar a cooperativa de reciclagem no térreo

Caçambas de lixo no estacionamento

Laboratório de Química do Pavilhão Haroldo Lisboa da Cunha (área piloto de estudo do COGERE)

Wedis Martins, especial da Agencia Uerj de Noticias Cientificas (Agenc) da FCS para a Faculdade de Engenharia.



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Em 15/11/12 10:06 Laís Santos disse:

Olá prof Elmo bom dia!
Sou Laís,bióloga da UERJ/FFP sua ex-aluna do curso do PDBG e queria parabenizá-lo pela iniciativa desse trabalho tão importante e que é de interesse de todos. Gostaria de uma orientação sua sobre descarte de resíduos de laboratório, soube que a empresa KIOTO executa esse serviço na Universidade, o senhor teria alguma outra orientação para esse problema? Obrigada por sua atenção, um abraço, Laís

Em 25/04/11 17:32 Ana Lúcia disse:

aluna da faculdade de farmácia e estou fazendo pesquisa e achei excelente seu trabalho, nota 10

Em 18/09/10 16:01 Adinilson José Caetano disse:

sou aluno da universidade Italo brasileira. estamos estudando sobre responsabilidade socioambiental. onde a nossa diciplina exige uma apresentação de um projeto. acho super fantastico as faculdades tomarem estas iniciativas. quanto ao trabalho de vocês, nota 1000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000.